Portanto, antigamente como nos dias actuais, sempre nos deixamos dominar por raças inferiores. Isto influenciou o nosso código genético logo à partida devido ao facto de exercermos a cópula com seres retardados e inconsequentes.
«segundo as Memórias Paroquiais do século XVIII, o rendimento anual do Reitor correspondia a uma côngrua, paga pelas religiosas do Mosteiro de Jesus, que perfazia entre dinheiro e géneros, 50.000 réis, aos quais eram descontadas as despesas de cama e mesa com o cura coadjutor, restando um valor liquido de seis mil réis»
Portanto, tal como nos dias actuais, o bem estar do senhor reitor era assegurado pelo rendimento de terceiros e o único trabalho que ele tinha era viver à sombra da bananeira. Dizem que o tipo de pele dele não se dava bem com os raios solares, por isso, nunca se ausentava da sacristia.
Portanto, está explicada de onde veio a mania fermelanense de rasgar os cartazes politicos de quem não fala de cor e quem não é da cor. São os maiores... “ó p´ra nós aqui a rasgar cartazes”
Portanto, tal como nos dias de hoje, nem um terramoto para agitar a insustentável leveza dos seres fermelanenses. O nosso ADN fermelangelino tem muito a ver com isso. Também será curioso reparar que hoje em dia, os edificios que estão em perigo de ruina são os da face norte.
Portanto, sempre o mesmo fado. Até 1839 estivemos debaixo da alçada dos povos bárbaros do norte. Depois passamos para as mãos dos aborígenes de Angeja e a partir de 1855 que somos propriedade dos canibais do Antuã. Com tanta mistura genética somos mesmo uma raça especial.
Este é, muito provavelmente, o pormenor mais relevante de toda a nossa história. Mas em que fontanário da freguesia se pode encontrar isso? Será que tambem foi destruido pelo terramoto de 1974 que tanta agitação provocou em Fermelã?
Conclusão, foi feito um estudo que analisava as trocas genéticas entre freguesias e respectivas identidades geográficas. Nesse estudo, que pode ser consultado aqui, Fermelã, Canelas e Salreu são consideradas terras fechadas ao mundo exterior e que se reproduzem dentro de portas e apenas entre eles para não haver misturas com ADN alheio, e assim, preservar a superioridade da raça. Não concordo! Considero Canelas e Salreu terras com identidade própria e que se esforçam por manter a linhagem. Fermelã não. Como já vimos, desde séculos que somos invadidos por colónias da orla exterior obrigando-nos a copular com raças de todas as ordens e feitios, originando assim, uma profunda mutação genética. Fermelã é hoje uma terra com as fronteiras escancaradas, totalmente aberta ao fluxo migratório e despreocupada com os problemas locais. Há vida para além de Fermelã, como por exemplo em Frossos, Requeixo, Nariz, Sobreiro e Nª Sª Fátima. Foram muitos anos de escapadinhas e a nossa identidade fermelanense foi totalmente distorcida. Quem está cá quer sair e quem chega quer logo partir.
Sinais dos tempos...?
5 euros:
Uma vez tentei introduzir a minha genética na cinha jasmin mas não deu certo. Ela é muito lavadinha e escofenadinha pra mim e ainda por cima é do benfica enquanto eu sou do que der mais.
Ao ler a conclusão final julguei tratar-se do retrato de Portugal, nas afinal não.
"Portugal é uma imensa Fermelã"
A mutação genética dos habitantes de Fermelã pode ser avaliada pelas análises aos perfis dos comentadores deste blog, ora atentemos na coisa:
-há aqueles comentadores que se sentem na necessidade de comentar todos os posts (cegonhas e emplastros).
Esses representam os fermelanenses de gema, bairristas até mais não, que sentem a sua terra como ninguem.
-há aqueles comentadores que não fogem a uma boa polémica (aliens, duquesas).
Estes representam aquele grupo de fermelanenses ferranhos de copo na mão à porta do café que defendem Fermelã contra a invasão estrangeiras mas tambem estão na linha da frente para criticar a propria freguesia se for esse o caso.
-há aqueles comentadores que apenas comentam os comentários dos comentários dos comentadores (cristianas, Januários).
Estes representam as variações gastrópodes dos humanos fruto das copulações com invertebrados sem cérebro.
-há aqueles grandes comentadores que nos maçam com grandes retóricas (filhos da terra e murcons).
Estes representam os velhos do restelo da freguesia. Sempre acasalaram com mulheres fermelanenses mas estão desgostosos de verem o seu ADN completamente transfigurado.
-há os comentadores de fora que caiem aqui de para-quedas(kimikals, Didas).
Estes representam o programa de novas oportunidades inter-freguesias. Foram escorraçados dos seus lares e apostam em Fermelã na tentativa de começarem a vida do zero. São estes os maiores portadores de doenças sexualmente transmissiveis, dado que, como são novidade na terra, vão copular com o primeiro terrestre que aparecer.
-há os comentadores que não se sabe bem de onde vieram (rebimboas, kunamis, lulu cabeças).
Representam o futuro, o rasgo evolutivo, a frescura de ideias, o desapego pelos valores antigos, a aventura. E a seguir acordaram e viram que estavam a sonhar...
Estimado emplastro,
vossa excelência é um individuo geneticamente gosmento.
Estimado Kimikkal,
geneticamante falando, Fermelã é um imenso Portugal assim como Portugal é uma imensa Fermelã e vice versa assim como versa vice.
Estimado alien,
os velhos do restelo só acasalam com mulheres da freguesia mas no entanto o ADN foi transfigurado? Vai ter que explicar melhor isso. Será que não houve por aí nenhuma escapadinha do velhinho?
Abraço
Gosto do sentido apurado de humor do colega Alien.
Por esse motivo lembrei-meagora da necessidade de comentar mais um post magnifico de pesquisa exaustiva do caro fermelanidades.
Alguma da história de fermelã já tinha conhecimento, mas aqui acrescem alguns pormenores interessantes.
Que exagero os gastos do cura em cama e mesa, 44.000 réis na altura.
Não sei quanto equivalia em escudos ou euros, mas perante a receita total era astronómico.
E qual o paradeiro do tal painel de azulejos?
Não terá sido colocado no fontanário da avenida, já não existe e não me recordo se tinha algum ou não.
Quanto ás misturas de genes Fermelangelinos, nada a acrescentar.
O que me admirou foi a questão dos Canelenses se acharem tão superiores a Fermelã, é certo que têem mais infraestruturas que nós, mas e daí, isso confere-lhes serem seres superiores?
Na parte que me toca recordo-me de um doutor Canelense com o qual um
dia estava a conversr e eis quando na sua emaculada camisa branca tinha um grande "macaco do nariz" a adornar-lhe a gola da mesma.
Achei tanta piada que ainda hoje quando me falam em doutores dessa localidade lembro-me sempre dessa situação.
Isto foi só um aparte, um pouquinho de brincadeira nunca fez mal a ninguém.
Já saciei a sede de comentar, agora vou para outra missa.
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