A franja populacional mais culta e requintada da cidade de Aveiro tem andado ultimamente em delirante estado eufórico porque esse ícone da musica intelectual brasileira, Caetano Veloso, vai dedicar um feixe do seu novo CD à cidade dos ovos moles. A reacção do “social garden” aveirense não se fez esperar. Por estes dias, qualquer VIP cagaréu que seja legitimo proprietário de blog ou tenha por hábito escrever meia dúzia de intelectualidades inalcançáveis ao comum dos leigos num qualquer jornal regional, exulta num misto de hipócrita orgulho bairrista e esfuziante alegria parola, mesmo que o único Veloso que tenham alguma vez ouvido falar tenha sido o Miguelito das “passerelles”. Diga-se que a letra de tal composição também não ajuda, é melhor esperar pelo clip para se ter mesmo a certeza que é de Aveiro que se fala, porque a mim ninguém me tira da cabeça que esta musica é dedicada a Cesária Évora e à sua Cabo Verde natal. Chamo a vossa atenção para o extraordinário e empolgante vídeo da 1ª apresentação ao publico, onde é possível vislumbrar que há gente a olhar para os sapatos, gente a olhar para o lado e gente a tentar não adormecer em pé. Para adormecer sempre preferi o “Vitinho”, mas devo admitir que Caetano Veloso também serve para curar a insónia a muita socialite...a insónia e as olheiras, porque há socialites com olheiras tais, que são capazes de meter um susto a um cão pittbull. Não haja a menor duvida que esta musica tem tudo para ser um sucesso, assim Caetano se mantenha calado.
E mais, assim que os coquetes do “social” aveirense souberem que Caetano Veloso tem em sua casa um cão d´água de Vale d´Ílhavo a cagar-lhe a mansão toda e que na sua passagem por Aveiro o cantautor apanhou uma forte disenteria intestinal provocada por demasiada ingestão de ovos moles, vai ser o delírio da “intelectualite” que habita as margens da Beira-Mar e Canal do Cojo e que dá “kultura” diariamente nas páginas desse mito paginado do jornalismo regional, vastas vezes apelidado de “culturálio de Aveiro”...
E mais, assim que os coquetes do “social” aveirense souberem que Caetano Veloso tem em sua casa um cão d´água de Vale d´Ílhavo a cagar-lhe a mansão toda e que na sua passagem por Aveiro o cantautor apanhou uma forte disenteria intestinal provocada por demasiada ingestão de ovos moles, vai ser o delírio da “intelectualite” que habita as margens da Beira-Mar e Canal do Cojo e que dá “kultura” diariamente nas páginas desse mito paginado do jornalismo regional, vastas vezes apelidado de “culturálio de Aveiro”...
Menina da Ria – Caetano Veloso
Uma moça,
De lá do outro lado da poça,
Numa aparição transatlântica,
Me encheu de elegante alegria,
(Ai Portugal, ovos moles, Aveiro),
Menina da Ria,
Menina da Ria,
Menina da Ria,
E uma preta,
(Parece que eu estou na Bahia),
Tão Linda, quanto ela, dizia,
No seu português lusitano:
“Pode o Caetano tirar uma foto?”
Menina da Ria,
Menina da Ria,
Menina da Ria,
Arte nova, um prédio Art-Nouveau numa margem,
Em frente à marina-miragem,
Os barcos na Ria e depois,
Uma taça sobre o pubis glabro, um estudo,
Nenhum descalabro se tudo,
É sexo sem sexo em nós dois,
Menina da Ria,
Menina da Ria,
Menina da Ria.
E se Caetano Veloso passasse algum dia por Fermelã? Se é que já não passou... Como seria a letra que ele criaria? Se é que já não criou...
Menina da Vacaria – Caetano Veloso
De lá do outro lado da poça,
Numa aparição transatlântica,
Me encheu de elegante alegria,
(Ai Portugal, ovos moles, Aveiro),
Menina da Ria,
Menina da Ria,
Menina da Ria,
E uma preta,
(Parece que eu estou na Bahia),
Tão Linda, quanto ela, dizia,
No seu português lusitano:
“Pode o Caetano tirar uma foto?”
Menina da Ria,
Menina da Ria,
Menina da Ria,
Arte nova, um prédio Art-Nouveau numa margem,
Em frente à marina-miragem,
Os barcos na Ria e depois,
Uma taça sobre o pubis glabro, um estudo,
Nenhum descalabro se tudo,
É sexo sem sexo em nós dois,
Menina da Ria,
Menina da Ria,
Menina da Ria.
E se Caetano Veloso passasse algum dia por Fermelã? Se é que já não passou... Como seria a letra que ele criaria? Se é que já não criou...
Menina da Vacaria – Caetano Veloso
Uma moça roliça,
Surgida dji dentro de uma vacariça,
Numa aparição fantasmagórica,
Tinha cara dji trotineta alegórica,
(Ai Fermelã, vacas leiteiras, Estarreja),
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Tão encardida que nem burro preto angolano,
(Parece que eu estou no Huambo),
Tão suja, quanto ela, dizia,
No seu português africano:
“Isto não ser cátinga, ser surro dos vacas”
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Fossa Nova, bacia de retenção numa margem,
Trutas no rio por aqui é miragem,
Descargas na Ria e djipois,
As vacas já eram mas ficaram os bois,
Esta musica é uma grandji idiotchissi,
Tem nexo sem nexo e já não sei o qui djissi,
Txi Amo,
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria.
Surgida dji dentro de uma vacariça,
Numa aparição fantasmagórica,
Tinha cara dji trotineta alegórica,
(Ai Fermelã, vacas leiteiras, Estarreja),
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Tão encardida que nem burro preto angolano,
(Parece que eu estou no Huambo),
Tão suja, quanto ela, dizia,
No seu português africano:
“Isto não ser cátinga, ser surro dos vacas”
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Fossa Nova, bacia de retenção numa margem,
Trutas no rio por aqui é miragem,
Descargas na Ria e djipois,
As vacas já eram mas ficaram os bois,
Esta musica é uma grandji idiotchissi,
Tem nexo sem nexo e já não sei o qui djissi,
Txi Amo,
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria,
Menina da Vacaria.
1 euros:
Não ouvi a musica até ao fim porque adormeci de tedio. Mas antes menina da vacaria que menina da putaria como a minha ex-menina carolina
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