...por falar em Edgar Panão, o estimado amigo foi o escolhido para representar Fermelã, não no eurofestival da canção, mas antes no livro "Estarreja – Cidade Município", lançado pela CME durante as comemorações do IV aniversário da elevação de Estarreja a cidade. Os adversários do Dr. Panão na luta pela melhor crónica são: Álvaro Garrido-Beduído, Joaquim Lagoeiro-Veiros, José Bento-Pardilhó, Manuel Matos-Avanca, Miguel Valente-Canelas e Sérgio Paulo Silva-Salreu.
Não irá ser fácil perante tão ilustres escreventes da câmara (não confundir com serventes, apesar de alguns deles se assemelharem bastante a serventes da câmara) mas Fermelã conta com ele para levar avante a nossa história, usos e costumes ou como ele refere "foca os aspectos culturais e a origem de Fermelã, assim como aspectos a melhorar para o futuro". O autor considera que o livro está recheado de "contributos muito valiosos, a edição está bonita, bem ilustrada, bem concebida e motiva o interesse por conhecer Estarreja".
Antes de avançar devo fazer aqui um pequeno compasso de espera para fazer notar aos leitores do 99% que os recentes acontecimentos envolvendo uma caixa de chocolates não foram a tempo de integrar esta valiosissima obra. ADIANTE...
Com prefácio de José Eduardo Matos e coordenação de Delfim Bismarck Ferreira e Rosa Maria Rodrigues, o livro apresenta uma resenha histórica sobre a formação do concelho. Abílio Silveira, João Alegria, e Rosa Maria Rodrigues compõem o rol de autores o que nos leva a concluir que praticamente todos os grandes escritores de Estarreja são do PSD. É impressionante a taxa de analfabetismo que grassa na oposição concelhia, mas enfim...
O design da obra é de Bruno Azevedo e a mesma está à venda no edifício dos Paços do Concelho, nas 7 juntas de freguesia, no edifício prisional, no centro de interpretação ambiental do bioria (futuro oceanário de Estarreja), na casa da cultura e noutros locais igualmente pejados de kultura como a casa do meu primo Tó Jó! Não sei qual o preço da relíquia mas não esperem que seja coisa aí para 2 euros até porque esta gente toda, desde serventes a engenheiros, passando pelos arquitectos e designers, não trabalham por amor à camisola... até porque as contas de uma casa não se pagam com amor...